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Pessoas negativas: como lidar com esse sentimento Cada vez mais a competitividade de mercado fica acirrada e, junto com ela, vem a cobrança do chefe, da concorrência ou até mesmo interna de superar a concorrência. Para além de um produto, a forma como este é oferecido pelo seu vendedor ou representante interfere muito na decisão da clientela. Quem não lembra de uma loja em que comprou pelo carisma do vendedor(a)? Há pessoas que cativam pelo bom trato e conseguem isso porque colocam uma pitada de alegria em tudo o que fazem. Cultivam o bom humor e a esperança de dias melhores. Normalmente são batalhadoras e determinadas no que almejam. Sua vitalidade se auto-recicla pela força de vontade colocada nas pequenas coisas do dia a dia. Por acreditar que a vida pode ser melhor, aposta. E por apostar, por agir em direção ao sucesso, a vida de fato se torna melhor. O nosso cotidiano é repleto de desafios e exige força para alcançarmos nossos objetivos. Essa “força” está no que comemos, como dormimos, na saúde do corpo, na nossa mente e sobretudo na forma como encaramos o nosso dia a dia. É a nossa vitalidade, uma espécie de “combustível” formado por diversos fatores e que estão intimamente relacionados com a nossa forma de viver. Por vezes acreditamos que sucesso é para pessoas de sorte. Na verdade trata-se de pessoas que sonharam alto e adequaram o seu sonho ao seu talento e capacidade. A partir daí se disciplinaram para crescer guiados pelo o que acreditavam, pela força do seu coração e pela sua vitalidade. Assim como essas “pessoas de sorte”, precisamos aprender a reciclar a nossa vitalidade e entender como deixamos esvair a nossa energia. São os pequenos detalhes do nosso dia a dia que nos desgastam: o andar estressado no trânsito, a briga com o colega de trabalho, a cobrança interna por ter perdido a paciência com o filho... Há momentos do nosso dia que se tornam extremamente “pesados” porque o carregamos por várias horas após terem ocorrido. O pensamento se fixa no problema e a nossa energia se esvai sem que percebamos. Sabe-se que para entendermos um problema precisamos nos afastar um pouco dele (eis uma das funções do profissional de saúde mental: auxiliar nesse processo). Há aqueles que se envolvem em fofocas, acreditando sempre no que “alguém disse”. E geralmente o dito é algo negativo para o próprio julgamento. Há quem diante de um imprevisto imagina o “final da história” e sempre de forma caótica. São alguns perfis comuns entre tantos que vamos criando ao longo da vida e que de nada servem senão para esvair a nossa vitalidade. Assim, ficamos presos a uma determinada situação e perdemos o foco das nossas ações. Justamente o contrário do que faz aquele que julgamos “de sorte”. Precisamos estar mais conscientes dos nossos sentimentos e entender como lidamos com as nossas emoções e como absorvemos os pequenos desafios cotidianos. O cotidiano da modernidade é desafiador e mexem com os nossos sentimentos. Há uma constante cobrança em ser melhor e não podemos deixar que o sentimento de derrota nos absorva e “sugue” a nossa vitalidade. Temos que manter os sonhos, sobretudo de uma vida melhor. É o sonho que possibilita um futuro promissor. Mais do que de trabalho, precisamos sonhar, imaginar, planejar, agir e construir o nosso dia a dia de forma mais feliz. Precisamos de bons livros, bons amigos, momentos de relax... É importante um sorriso, uma cortesia, um cuidado especial conosco ou quem gostamos. Quem se atreve a viver essa aventura experimenta sensações inusitadas, inclusive de “contaminar” colegas e ambientes com a sua alegria, com o seu astral. Quem nunca entrou num ambiente e percebeu que o astral estava pesado ou um bom astral? É isto: nós contaminamos as pessoas com o nosso estado de humor e a alegria colocada no nosso trabalho se reflete no ambiente e nos colegas. Eis uma chave para lidar com as pessoas negativas no nosso trabalho. Com certeza, acreditam que a nossa alegria é porque somos “pessoas de sorte”, o que não deixa de ser verdade pelo grande tesouro descoberto. Vera Regina
Sebben
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